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Cantor Sandro Nazireu concede entrevista exclusiva ao portal SNT

Postado em: 26 de outubro de 2018

O cantor baiano Sandro Nazireu é só gratidão ao falar sobre a sua conversão e tudo que o Senhor fez em sua vida.Com um sorriso largo, ele concedeu entrevista ao portal Sara Nossa Terra nas dependências da Rede Gênesis, em Brasília.

Quando questionado sobre como se deu a sua conversão, Sandro não titubeia. “Tudo nasceu de um sonho, na verdade pela paixão que tenho pela música e pela arte e foi justamente na música que eu vi um instrumento para chegar até à igreja”.

O cantor não nasceu em berço evangélico e por cerca de 16 anos trabalhou no meio secular, com bandas e artistas de axé e forró. Mas mesmo rodeado de muita gente e o sucesso cada vez mais crescente, Sandro não se sentia completo. “Eu tinha tudo acontecendo na minha vida, mas me sentia sozinho, vazio, não encontrava a verdadeira felicidade”, conta.

Foi quando decidiu dar um passo decisivo em sua carreira, saindo dos trios elétricos para os púlpitos das igrejas. O cantor conta que por meio de um convite de uma amiga aceitou participar de um culto em uma igreja e ali mesmo sentiu pela primeira vez a presença de Deus e se converteu. “Eu só fazia música, vivia disso, mas chegou a um ponto que começou a me incomodar. Passei por muitas dificuldades, dormi no chão, tive a luz de casa cortada por falta de pagamento, por muitas vezes não tive o que comer, porém a minha fé e convicção no Senhor estava acima de todas as coisas. Foi um processo difícil, mas não tem coisa melhor do que viver com Deus, porque Ele é fantástico”.

E Deus o honrou! Cantor de sucesso no meio cristão, Sandro já chegou a ganhar disco de ouro com a canção Evangeliza e por onde passa leva com alegria seu forró gospel. “É espetacular a aceitação das pessoas em relação ao forró. Eu digo isso porque no começo foi muito difícil, as pessoas não tinham uma compreensão, principalmente no Brasil sobre a verdadeira adoração, mas graças a Deus, como diz a Bíblia: “conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”. Então, a verdadeira adoração, no sentido de vida, foi se expandindo e a gente foi entendendo essa forma “acultural” de Deus e o formato que eu tinha para louvá-Lo não era diferente, mas a forma que sei fazer e, assim, Deus me usou através do forró e o povo começou a aceitar e a entender a minha proposta que era de alegria, de felicidade, de falar do amor de Deus. E a aceitação não se deu só no Brasil, como em outros países que estivemos”, comemora.